INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

As emoções, muito embora relegadas a um segundo plano pelo sistema educacional vigente, que prioriza o desenvolvimento intelectual de maneira quase exclusiva, ocupam grande parte de nossas perspectivas, desde nossos valores individuais até nossas opções de consumo, passando pela nossa inevitável convivência com familiares, amigos e colegas de estudo ou trabalho.

A definição de inteligência tem sido objeto de várias alterações. Hoje se fala em inteligências múltiplas, segundo as pesquisas do psicólogo Howard Gardner.

Dentre as diversas “modalidades” de inteligência, se destaca a Inteligência Emocional. A própria utilização do raciocínio lógico, fundamental para a resolução de problemas e para a busca de metas e objetivos pessoais e corporativos, acaba muitas vezes comprometida em momentos de tensão, pois o intelecto fica submetido ao estado emocional. Assim ocorre porque o sistema límbico e a amígdala, que integram a parte mais primitiva do cérebro, relacionada ao mecanismo de “luta e fuga”, quando submetidos a uma situação de tensão não controlada, muitas vezes acabam por inibir a atuação do neocortex, a parte mais desenvolvida e responsável pelo raciocínio e pela criatividade.

Saber utilizar a inteligência emocional, através do conhecimento e da boa aplicação das próprias emoções e da capacidade de compreender e lidar com as emoções alheias, pode ser o ponto chave para chegar às metas e aos objetivos e, especialmente, obter melhor qualidade de vida. A PNL e o coaching podem ser os aliados nessa jornada.